Quarta-feira, Outubro 03, 2007

alvorada(s)

faz tempo que o deslize cismava em não pairar por estes lados, faz tempo... tempo que perdura na passagem agora que parei e no instinto esta merda tinha de ligar. ligou e percorri o email, segui o link e na vontade posto o regresso no beijo que não se apaga, não se recorda mas apalpa-se na virtude do tempo, sem história, sem nexo mas em avalanches do meu anexo inteiro em ti. rasgo-te com vontade na espargata da carícia, do apalpão demorado, do beijo lambuzado quando os corpos se fundem e... esvoaçam em pensamentos molhados.