reli-me assim...
umas vezes escrevo, outras também. varia na caligrafia, esta é mais direitinha e certinha, não me fica a doer o pulso. gosto do timbre das teclas quando as pressiono, já tinha saudades nestes espaços mais ou menos longos que por aqui não passo. celibato das teclas no foder da caneta quando escrevo sem parar folhas em branco, umas atrás das outras. por lá também escrevo seguido, de embute, de rajada num metralhar de ideias, sonhos e pensamentos de merda ou não... reli-me nos livros em branco e perdi-me nas diagonais que por mim passei aqui. escrevo mal, leio pior mas uma coisa tirei, tesão no duro caralho que senti no trespassar das palavras, no enterrar das frases e no foder dos parágrafos. apalpei meia dúzia de sílabas e toquei-me, beijei umas quantas palavras e apalpei-me, lambi montes de frases e despi-me, chupei montei de parágrafos e masturbei-me!


3 disseram:
sem fim... sem nunca se gastar... és bonito...
adoro.
nu e cru... mas como eu te entendo!
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