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sustos que voltam neste tempo que fazia esquecer, invasões agressivas, pensamentos sombrios que possessivos se apoderam da vida. tomam conta do sono, transformam sonhos em pesadelos. merda de cervical nesse tempo gelado que custa trespassar, digestões deitadas neste enfiar dos cornos em edredon aconchegado. silêncio em ferida profunda, corte sangrento de batalhas que se avistam.


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