também cismo...
não faço ideia nem tão pouco me preocupa mas cismo, cismo que me farto no doer do joelho da perna esquerda de tanto acelerar. furo a chapa em carregar com força no pisar constante de tamanha rotação, forço a quarta na quinta que embalo no aumentar sem pestanejar deste mover de pestanas que cismam em apenas cismar. arde que se farta na comichão lenta não vá magoar no preferir falar de estrelas, tremeluzir porque não em cadentes. penso que me canso no pensar apenas do estar bem onde não estou, no viver em ápice deste mundo cheio de antenas. sem rede em arame esticado, esperguiçado de prazeres embalados de mares outrora desertos. fugi para longe no longe de cabo abrigado entre rochas e penhascos, onda bem longe em conversas de catalão. não faço ideia mas cismo que me farto em delírio de apenas prazer esperguiçado em areia preta, escura mas cansado de mais umas braçadas contra uma e mais outra onda que cismam em me derrubar…

